Pesquisa da UFU traça perfil de saúde de pacientes transgêneros | Triângulo Mineiro

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Uma pesquisa de pós-doutorado da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) vai traçar o perfil epidemiológico geral e de saúde bucal de pacientes transgêneros da região. No estudo, serão avaliados cerca de 400 pacientes atendidos pelo Centro de Referência Atenção Integral à Saúde Transespecífica (Craist) do Hospital de Clínicas de Uberlândia (HCU/UFU), além de outros atendidos pelo ambulatório municipal.

O projeto do cientista Sérgio Ferreira Júnior é vinculado ao Programa de Pós-graduação em Odontologia e supervisionado pelo professor Adriano Loyola. A pesquisa deve ser concluída no fim de 2019.

O trabalho começou quando, ao longo de 2018, foram promovidos sete encontros para debater temas relacionados à saúde “transespecífica”, mais precisamente sobre as infecções sexualmente transmissíveis.

Em novembro do ano passado, os pesquisadores organizaram uma campanha de testagem de HIV, sífilis e hepatites virais, que atendeu a 534 pessoas neste perfil. Segundo Sérgio, o estudo promete ir além, com abordagem na saúde física, psicológica e comportamental deste grupo.

“A gente vai aplicar um questionário que vai abordar histórico dos antecedentes de saúde, saúde bucal, processos de transição de gênero, informações sociodemográficas e experiências de preconceito e discriminação nas escolas, banheiros, relação com autoridades policiais, questões de violência e bullying. É uma pesquisa muito ampla”, diz o cientista.

Segundo a UFU, uma parte qualitativa da pesquisa abordará a percepção dos transgêneros sobre a saúde bucal e dos profissionais de odontologia. A outra abordará a percepção dos alunos da Faculdade de Odontologia em relação aos transgêneros.

“O questionário é norte-americano, foi utilizado numa grande pesquisa nos Estados Unidos e consideramos muito importante validar no Brasil justamente porque nós não temos aqui, validado, nenhum outro instrumento para pesquisa com transgêneros”, completa o pesquisador.

A pesquisa inédita com pessoas trans observará aspectos da saúde geral, mas é vinculada à Faculdade de Odontologia da UFU. Segundo os pesquisadores, os estudos nessa área são raros e, por isso, não há muitos dados. No entanto, eles partem de hipóteses que consideram as alterações hormonais e a exposição a cosméticos como influenciadores da saúde odontológica.

Um exemplo é o hormônio estrogênio, utilizado na transição do sexo biológico masculino para o gênero feminino. Segundo Adriano Loyola, uma maior quantidade desse hormônio no organismo, como ocorre na gravidez, por exemplo, aumenta o risco de doenças periodontais. A pesquisa tentará responder se isso ocorre também com as mulheres trans.

De acordo com a UFU, o professor Loyola, que atua na universidade desde 1988, acolheu a proposta de Ferreira por considerar que faltam estudos sobre a saúde da população trans e sobre doenças sexualmente transmissíveis na área de atuação.

“Durante o advento da Aids, nas décadas de 80 e 90, a vivência nossa na Odontologia foi limitada. O que se fazia era atender as pessoas que chegavam com determinado diagnóstico, mas não se tinha em cima disso nenhum atendimento sistemático com vistas a orientar a percepção do problema: quais são esses pacientes e os fatores de risco mais importantes”, explica.

Loyola vai além e diz que assunto é multifacetado. “Nós pensamos o seguinte: a saúde bucal e a saúde geral do paciente eram os dois alvos principais do projeto, mas a gente achava que seria muito interessante se conjugasse isso com intervenções periódicas na comunidade e até fora da comunidade para discutir o assunto”, explica.

O professor aponta, ainda, a importância da ciência para combater a discriminação. “O desconhecimento gera preconceito e um afastamento muitas vezes permeado por uma violência, quer seja verbal, quer seja física. Esse projeto cria mais uma janela para abrir possibilidades para que a população conheça quem são essas pessoas, quais são as suas necessidades”, finaliza.

Fonte: https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2019/07/14/pesquisa-da-ufu-traca-perfil-de-saude-de-pacientes-transgeneros.ghtml


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